São Paulo

Documentários

Você já ouviu falar em Urticária?

Vídeo Dicas

Mais Vídeos

Campanha da ANS alerta para os riscos da antecipação de partos

 

Lançamento acontece hoje (29/11), durante evento do Projeto Parto Adequado em São Paulo 

 

Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sobre partos realizados por beneficiárias de planos de saúde revelam que há redução de cesarianas no final de dezembro e aumento no período anterior ao Natal. Tais números indicam que há antecipação dos nascimentos que ocorreriam na época das festas de fim de ano. O agendamento de partos e as consequências dessa decisão para a saúde da mãe e do bebê preocupam a reguladora, que está lançando a campanha "A hora do bebê: Pelo direito de nascer no tempo certo".

 

O lançamento acontece hoje (29/11), durante a Sessão de Aprendizado Presencial (SAP) do Projeto Parto Adequado, desenvolvido pela ANS em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein e o Institute for Healthcare Improvement (IHI), com a presença do diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, Rodrigo Aguiar. O objetivo do projeto é incentivar o parto normal e conscientizar as futuras mães e toda a rede de atenção obstétrica sobre os riscos da realização de cesáreas sem indicação clínica.

 

Em 2017, a média de cesarianas na semana de 24 a 31 de dezembro foi 20% menor do que a média semanal do ano, enquanto a média entre 16 e 23 de dezembro foi 9% maior do que a média anual – o que indica agendamento dos partos que ocorreriam na semana entre Natal e Ano Novo. Em 2016, houve diminuição de aproximadamente 40% no número de cesáreas realizadas no período de 24 a 31 de dezembro, comparado com a média semanal de cesarianas.

 

A proposta da campanha #AHoraDoBebê - Pelo direito de nascer no tempo certo é ressaltar às gestantes e aos profissionais de saúde que o bebê tem seu tempo e que as fases da gestação devem ser respeitadas, portanto, o parto não deve ser antecipado. Estudos científicos apontam que bebês nascidos de cesarianas são internados em UTI neonatal com mais frequência, e quando não há indicação clínica a cesariana pode aumentar o risco de morte da mãe e as chances de complicações respiratórias para o recém-nascido. Isto porque se o parto for realizado antes das 39 semanas de gestação, o nascimento pode ocorrer sem a completa maturação pulmonar do bebê.

 

"Não há evidências que justifiquem o agendamento de uma cesariana, salvo algum risco claro para a saúde da mãe e do bebê. É importante que a gestante tenha o apoio de médicos, enfermeiros e demais profissionais que acompanham o pré-natal, para entender as opções de parto e fazer a escolha de forma consciente", afirma a especialista em regulação de saúde suplementar Jacqueline Torres, coordenadora do Projeto Parto Adequado.

 

#ProjetoPartoAdequado

 

Iniciado em 2015, o Projeto Parto Adequado surgiu da necessidade de se identificar modelos inovadores e viáveis de atenção ao parto e nascimento, que valorizem o parto normal e reduzam o percentual de cesarianas sem indicação clínica na saúde suplementar.

 

A proposta é oferecer às mulheres e aos bebês o cuidado certo, na hora certa, ao longo da gestação, durante todo o trabalho de parto e pós-parto, considerando a estrutura e o preparo da equipe multiprofissional, a medicina baseada em evidências e as condições socioculturais e afetivas da gestante e da família.

 

"A mulher tem o direito de se tornar parte ativa na decisão pelo tipo de parto e de ser bem informada sobre possibilidades, riscos e benefícios decorrentes da sua escolha. O Projeto promove a conscientização de gestantes e de toda a rede de atenção obstétrica sobre os benefícios do parto normal", afirma o diretor Rodrigo Aguiar.

 

Participam da atual Fase 2 do Projeto 137 hospitais privados, 25 hospitais públicos, 65 operadoras de planos de saúde e 73 hospitais parceiros. "Os objetivos desta fase são aumentar o percentual de partos vaginais na população alvo, chegando a 40% para hospitais que aderiram ao Projeto na Fase 2 e 60% para os pioneiros. Nossa intenção é aprimorar as condutas dos hospitais e profissionais participantes. Sabemos que cesarianas salvam vidas, mas são um procedimento cirúrgico, e como tal, devem ter indicação médica e precisa. Sem isso, ocasionam riscos desnecessários", explica Rodrigo Aguiar.

 

Na Fase 1, também denominada "piloto" o Parto Adequado contou com a adesão de 35 hospitais e 19 operadoras de planos de saúde. Ao longo de 18 meses, foram alcançados resultados transformacionais: os hospitais participantes protagonizaram a criação de um novo modelo de assistência materno-infantil para o Brasil e evitaram a realização de 10 mil cesarianas desnecessárias.

 

Pesquisas comprovam que a passagem pelo canal vaginal, na hora do nascimento, coloca o bebê em contato com bactérias naturalmente presentes nessa área do corpo da mulher, fortalecendo seu sistema imunológico. O trabalho de parto completa o ciclo de amadurecimento do bebê: a intensificação gradual das contrações musculares do corpo da mãe favorece a prontidão para o nascimento e o contato com o mundo, uma vez que ritmo cardíaco, fluxo sanguíneo e maturação pulmonar são gradativamente trabalhados no corpo do bebê. Além disso, hormônios naturalmente atuantes durante o trabalho de parto favorecem o vínculo entre mãe e bebê, o aleitamento materno e a recuperação pós-parto.

 

SERVIÇO: Sessão de Aprendizado Presencial (SAP) do Projeto Parto Adequado e lançamento da campanha “A Hora do Bebê”

 

Local: Wyndham Garden Convention Nortel, na Avenida Luiz Dumont Villares, 400 B – São Paulo/SP

 

Interessados em acompanhar o evento, confirmar presença pelo e-mail: imprensa@ans.gov.br  

 

Curta e compartilhe a campanha da ANS: 

 

Facebook: https://www.facebook.com/ans.reguladora/

 

Twitter: https://twitter.com/ANS_reguladora

 

Linkedin: https://www.linkedin.com/company/ans_reguladora/

Dia Mundial da Doença de Alzheimer

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa, progressiva e sem cura, que causa o declínio das funções cognitivas como a memória, a linguagem e a percepção, alterando a independência do paciente para realizar tarefas cotidianas.


Mudanças de comportamento, de personalidade e de humor também comumente fazem parte da evolução da doença.

 

A doença pode ser dividida em pelo menos três estágios: leve, moderado e avançado.

No início, os sintomas de esquecimento são geralmente pouco percebidos e comumente atribuídos ao envelhecimento. Aos poucos, há piora da memória, com repetitividade excessiva, dificuldade de guardar recados e de se manter atualizado com notícias e acontecimentos.

Também, surgem mais dificuldades para realização de tarefas complexas, como cuidar de finanças.
 
Na fase moderada, é necessário auxílio em atividades corriqueiras como se vestir e sair de casa. Na etapa final, quando o Alzheimer está em estado avançado, o paciente já não consegue mais tomar banho, comer sozinho ou cuidar da própria higiene.

Por ser uma doença sem cura, as formas de tratamento são indicadas para controlar e melhorar temporariamente os sintomas. Existem diferentes opções de tratamento, que incluem medicamentos, reabilitação cognitiva, terapia ocupacional, controle de pressão alta, diabetes e colesterol, além de atividade física regular.
 
A principal recomendação é que se a pessoa, ou alguém que lhe seja íntimo, perceber que a memória piorou em um intervalo de seis meses a um ano, procure um especialista para que possa ser feita uma avaliação, principalmente se notar dificuldades e declínios que interfiram no dia a dia. No Brasil, estima-se que existam cerca de 1,2 milhão de pessoas com Alzheimer - são cerca de 100 mil novos casos por ano.


COMO PREVENIR
 
• Tenha uma vida ativa e com objetivos;

• Pratique atividade física regular por pelo menos por 150 minutos por semana (preferencialmente aeróbica);

• Controle os fatores de risco cardiovascular, como a hipertensão e diabetes;

• Procure estudar e adquirir conhecimento;

• Trabalhe sua capacidade de concentração;

• Durma bem.

 
Os detalhes de uma só vida são coisas muito grandes pra esquecer!

II Concurso Literário Vita Alere

Memória Viva: Histórias de Sobreviventes do Suicídio

 

Já estão abertas as inscrições para o II Concurso Literário!

Se você já conviveu ou convive com o comportamento suicida, perdeu alguém para o suicídio ou enfrentou esse tema em seu meio de trabalho, seja ele na área da saúde, educação ou comunicação, mande sua história em forma de conto, crônica ou poesia.

A escrita pode ser terapêutica e eternizar não apenas a dor e a saudade, mas aquilo que ficou de quem partiu; de uma vida que não se resume ao ato final.
Um texto pode registrar e compartilhar como foi possível ressignificar um sofrimento que chegou quase ao limite e encontrar força para seguir em frente, depois de uma tentativa de suicídio.
Ao contar uma história, se pode dizer dos desafios e do aprendizado pessoal que uma experiência profissional tão difícil trouxe.

Serão premiadas as 3 primeiras obras. As 10 primeiras obras de cada categoria integrarão uma coletânea sobre histórias de sobreviventes do suicídio.
 

Informações: www.vitaalere/iiconcurso
Prazo de envio: 20 de setembro de 2018
Participe e divulgue!

 

II Simpósio Paulista de Prevenção e Posvenção do Suicídio

 

Inscrições abertas 
II Simpósio Paulista de Prevenção e Posvenção do Suicídio.

São poucas vagas com uma programação imperdível!

Local: Uninove Vergueiro - Anfiteatro - Rua Vergueiro, 235
Data: 29/09/19 - Sábado
Horário: 08:00 às 18:00
Os participantes receberão um certificado.

Não perca!
Realização: Instituto Vita Alere de Prevenção e Posvenção do Suicídio
Apoio: Uninove - ABEPS - CVV

Programação e Inscrições: prevencaosuicidio.eventbrite.com.br

 

Lançamento do Livro Histórias de Sobreviventes do Suicídio

 

Dia 29/09 será o lançamento do Livro Histórias de Sobreviventes do Suicídio, com as obras vencedoras do I concurso literário e capítulos teóricos de Karen Scavacini, Luciana França Cescon, Elis Regina Cornejo e Izabela Guedes.

O livro poderá ser adquirido impresso por R$20,00 ou feito o download gratuito pelo site do Vita Alere (Materiais On Line).

SP prorroga vacinação contra pólio e sarampo por mais duas semanas

A vacinação contra sarampo e paralisia infantil (poliomielite) foi prorrogada até 14 de setembro no Estado de São Paulo. Nas próximas duas semanas, SP pretende alcançar cerca de 350 mil crianças ainda não vacinadas contra ambas as doenças.

O objetivo é atingir a meta de vacinar 95% do público infantil, com idade entre 1 ano e menores de cinco anos. Em SP, há 2,2 milhões de crianças nessa faixa-etária, e mais de 1,8 milhão delas já foi imunizada contra ambas as doenças durante a campanha.

A Secretaria de Estado da Saúde convoca os pais e responsáveis para levarem as crianças aos postos até a próxima semana. As doses de vacinas contra ambas as doenças seguem disponíveis nos postos.

A estratégia prorrogação segue a recomendação do Ministério da Saúde. Cada município pode organizar suas estratégias conforme as necessidades locais, incluindo os que eventualmente já tenham atingido a meta.

O Estado já aplicou mais de 3,7 milhões de doses de vacinas contra ambas as doenças, garantindo a imunização de 1.862.819 crianças contra pólio e 1.843.885 contra sarampo, conforme aponta o balanço feito pela pasta, com base nos dados informados pelos municípios.

Para atingir o total do público-alvo, ainda é preciso aplicar cerca de 340 mil doses da vacina contra paralisia infantil e de 360 mil contra sarampo.

 “Pedimos que os pais e responsáveis aproveitem essa prorrogação para levar as crianças aos postos. É fundamental aumentar a cobertura vacinal contra poliomielite e sarampo, contribuindo para eliminarmos os riscos da circulação dessas doenças no Estado de São Paulo”, afirma a diretora de Imunização da Secretaria, Helena Sato.

A vacina é contraindicada para crianças imunodeprimidas, como aquelas submetidas a tratamento de leucemia e pacientes oncológicos. A Secretaria também orientou as prefeituras paulistas para que as salas de vacinação façam a triagem de crianças que tenham alergia à proteína lactoalbumina, presente no leite de vaca, para que estas recebam a vacina contra sarampo produzida pelo laboratório BioManguinhos. Além deste produto, os municípios também estão recebendo a vacina produzida pelo Serum Institute of India, enviada pelo Ministério da Saúde, e que contem a referida proteína. Essa vacina poderá ser aplicada normalmente nas crianças não alérgicas.

“Não há motivo para preocupação. No Brasil, a incidência de alergia ao leite de vaca é de 2%, portanto, trata-se de uma situação rara”, explica Sato. A reação alérgica pode ter como sintomas coceira, náusea, diarreia nas duas primeiras horas após a ingestão do alimento ou produto com o componente. Diante de qualquer suspeita, os pais ou responsáveis devem levar as crianças ao médico. Não há registro de casos de paralisia infantil em SP há 30 anos e, desde 2000, não existem casos autóctones de sarampo no Estado.